Engraçado como são as mulheres.
Elas (mas só algumas), tem aquele jeitinho de chegar, devagar ou não, e vão conseguindo de nós o que querem (ou precisam). Mesmo os mais céticos, ou os mais românticos, mesmo os mais durões acabam caindo no jogo.
Depois, vem o processo de eu-não-quero mas você quer. Ou ao contrário, também funciona às vezes.
No fim, ou há um fim, ou há um começo. Do que quer que seja. Às vezes não há nada, só a sensação de um bom momento, num bom lugar.
É como a vida. Ela chega com esse jeitinho doce ou incisivo, sem avisar para onde vai. E vai nos levando.
Leva e traz esperanças, desilusões, momentos felizes. Momentos ébrios também. E vai empurrando as sensações e os deleites de um jeito que, nem sempre, conseguimos controlar.
E a gente vai indo. Vai navegando nesse mar de confusões deliciosas que é viver. Afogando-se em algumas praias, nadando em mares infindos. Engolindo água e tomando ar para retomar o chegar-não-se-sabe-aonde.
No meio disso tudo, está tudo o que acreditamos ser verdades e mentiras. E está o nosso direito (ou dever) de mudar de idéia. De mudar de rumo, de voltar atrás, de ignorar e de seguir adiante. Está também o desespero do não perder nada, de estar sempre à frente para não ser pego de surpresa por qualquer onda mais bravia. Ou de assustar-se com a calmaria típica depois da tempestade.
Mas, no todo, o que vale é o navegar. De barco, de navio, de canoa ou de jangada, cada um vai como pode.
Eu tenho um caiaque. Que vira às vezes, e enche da água, mas que nunca me deixou na mão. E me fez experiente em dar a volta sobre o corpo e voltar à superfície depois de uma virada, sem precisar, para isso, engolir água.
Adoro o meu mar. Adoro o meu caiaque. Navego sem medo de me afogar, porque é para isso que aprendemos a nadar nesse mar delicioso e imprevisível que é a vida.
E você, em que embarcação leva sua jornada?
Em especial, uma amiga Marcy, que me deu a honra de uma boa companhia para divagar, pensar e trocar videos de youtube. Tirando aquele que quase me matou do coraçao, e ainda nao dormi com os pêlos da bunda arrepiados de medo. ahahahha.
Viram né? Legendado, uma letra emocionante, mas o que meus olhos viram foi de tremer ate o final, (ahahaha)
Marcy, em homenagem aos nossos loucos e sem nexos passeios. Deixo esse vídeo que ficou mais a cara do enredo de dois malucos que não podem ver bolinhas de pose que se jogam ate no escuro.
ADVERTÊNCIA:
Quaisquer semelhanças entre as situações e personagens descritos a seguir com fatos reais NÃO são mera coincidência. Esta história foi originalmente produzida em preto & branco.


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