Em certos momentos na vida de um homem em que a ficha cai ou, despenca na cabeça para enfim acordar e amadurecer.
Esse dias peguei uma gripe, logicamente nem gripe me derruba (ainda mais em se tratando de sexo). Estava eu no momento “Só” vendo um filminho, e já tinha curtido um pouco o SL. Quando escuto barulhinho como se fosse granizo na minha janela. Fui abrir e estava lá embaixo uma moça toda agasalhada, cabelos soltos e começou a falar meio baixo pra não chamar atenção. Não conheci a criaturinha de primeira, mas assim que ela falou que era a irmã caçula de uma outra louca que eu tive um casinho por aqui na fazenda. Salientando que transei com a irma mais velha, e a do meio também. Foi quando o pai delas, um polaco muito bravo, e que só aquele facão de um metro que ele sempre leva na cintura já metia medo em qualquer bode da região que ousasse olhar pras cabritinhas dele.
Minha mae, como defensora da cria dela, já tinha ido até ele, e avisado que prendesse as cabritas que o bode dela estava solto. Só que, o homem já tinha suas desconfianças que eu tinha pego as duas cabritinhas dele. Porém, ainda tinha a caçula, que eu não percebi, já não era mais uma menininha, cresceu, e se tornou uma moça linda.
Eu:- Acho bom você dar meia volta. Nem vou te ajudar a subir aqui, não quero confusão com seu pai, se ele sonha que você veio aqui, ele me mata no dia seguinte.
Ela:- Ah Diego, não faz isso comigo não. Deixa eu subir por favor.
Eu:- Mas quem diachu falou que eu estava aqui?
Ela:- Minhas irmãs, e também que não tem como sentir que você está por perto.
Pensei na hora “Credu! Como essas cabritas conseguem sentir o meu cheiro?”
Eu:- Não vem me atentar, eu que já estou sentindo cheiro do cio daqui de cima.
Ela:- Não vou embora, e se você não me deixar subir, vou gritar aqui.
Eu:- Kramba! Ok, mas você que se vire pra subir até aqui.
A cabritinha louca subiu, e bla bla e ble ble (pra resumir e pular os detalhes)
Hoje a tarde, fui no armazém da cidade com uns amigos nativos da região, e chegando lá, sentamos e me jogaram um violão, e seu Onofre (dono do armazém) pede:
- Patraozinho, toca aquela do Caetano que eu gosto.
E lá fui eu..
“e agora, o que eu faço eu da vida sem você? você não me ensinou a te esquecer, você só me ensinou a te querer, e te querendo vou tentando te encontrar...Vou me perdendo, buscando em outros braços seus abraços...”
Não tem como tocar essa música e não recordar o GRANDE AMOR DA MINHA VIDA. Um alguém que conheci em 2008, lá da região de MS. Vou viver milhares de paixões, mas o homem só leva um único amor dessa vida. Seja esse amor vivido ou não.
“E nesse desespero em que eu me vejo, já cheguei a tal ponto. De me trocar diversas por você, só pra ver se te encontro...”

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